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defi Invasões e exploits ·26 de junho de 2026 ru · en · zh · es · pt · de · fr · ja · ko · tr · ar · it · id · vi

Os maiores hacks da cripto: a cronologia das catástrofes e suas lições

equipe crptch · equipe de análise · 2 minutos de leitura

A história da cripto também se mede em hacks: cada recorde mudou as regras do jogo.

A cronologia dos recordes

  • Mt.Gox (2014): ~850 mil BTC. A exchange-monopolista ruiu, parindo a regra principal "not your keys" e uma saga de dez anos de pagamentos aos credores.
  • The DAO (2016): ~$60 mi em ether via reentrância - e o hard fork que dividiu Ethereum e Ethereum Classic. A pergunta "o código é a lei?" recebeu resposta prática.
  • Ronin (2022): ~$620 mi da ponte da Axie: engenharia social contra os validadores. O surgimento do Lazarus como jogador principal e das pontes como alvo principal.
  • FTX (2022): não um hack, mas a apropriação dos fundos dos clientes por insiders - porém, pelas consequências, o principal "roubo" do ciclo.
  • Bybit (2025): ~$1,5 bi em ETH - o maior hack da história: o comprometimento do processo de assinatura da carteira fria. A exchange resistiu, cobrindo o buraco - uma lição sobre o tamanho do colchão.

As lições transversais

Os vetores migram do código às pessoas: os mega-roubos modernos são phishing de signatários e troca de interfaces, não bugs engenhosos. Os cofres centralizados de qualquer tamanho continuam o alvo principal. E a única constante: depois de cada catástrofe a indústria fica mais paranoica - e mais viva. Os incidentes atuais - na seção.

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